

Solidão
Ando atualmente perdido em pensamentos confusos
Sem uma meta ou um caminho, nesta estrada tenho estado sozinho Minhas palavras fogem de minha boca, e assim tento me expressar Sentado sozinho a beira de um caminho Só sei chorar Olho as calçadas dos vizinhos me vejo sentado ali sozinho, embrulhado em pensamentos, lembrando do abarroamento turbilhão de ideias insensatas, sofrimento Sinto o frio da madrugada cruelmente meu corpo abraçar as lagrimas correm por minha face Olho para o ceu sem nem mesmo acreditar Vejo o caminho de espinhos que tenho de andar e relembro do passado Quando tive a felicidade ao meu lado, Quando na puberdade pude sonhar. Olho para todos os lados sem nem mesmo acreditar Que foi que fiz de tão errado, para neste momento da vida Eu Carlos Alberto não poder mais sonhar Hoje já não sonho, hoje faço, com o meu braço o meu viver Sento na calçada, o peso dos anos já castigam o meu corpo e olho pro horizonte onde ontem estava o meu futuro Hoje olho, hoje procuro, hoje nada vejo e nada tenho se não a dôr confusa de um adeus sem festa Vou em minha vida indo, sabendo que não tem volta Caminho para o poço mais profundo da conciência pois minh'alma já esta morta e atraz desta porta só há solidão.
Alberto Gonçalves
Enviado por Alberto Gonçalves em 07/11/2010
Alterado em 07/11/2010 |