

Transparência.
Abro me como á um livro
me exponho inteirinho falo dos amores da vida de minha Deca querida sem sofrer nem um pouquinho abro me e quero que me entendas não tenho pudor a envergonhar minha face demonstro as coisas vividas abro meu peito mostro a ferida não cicatrizada pelo tempo Abro minha vida em versinhos Escrevo em poesias minha dôr Abro minha vida como á um livro que fala da inconsequencia do despreso, da insençatez Mas meu livro tambem fala de amor. Abro-me como abre o escaravelho a flor... Nela ele habita, nela ele morre Também eu vivo e morro nesse amor... Abro-me como o pássaro que abrindo as asas alça vôo... Meu vôo é para dentro de mim, local onde melhor te encontro... Envolta em frases não ditas e outras sussurradas ao pé do ouvido Quem sabe querendo reviver o amor, mas com medo de macular a lembrança... Abro-me como um dia a ti abri minha alma... Como criança que abre os braços e num terno abraço faz tudo valer a pena... Observação este três ultimos versos foram escritos por minha amiga e poeta Deca, ou Deyse Nunes, agradeço de corpo e alma sua inspiração. Gonçalves Dias / Deca. Autorizo a sua edição na pagina da mesma, ou seja na Escrivaninha da Poeta Deca Srta: Deyse Nunes, caso ela queira escrever em sua pagina.
Alberto Gonçalves
Enviado por Alberto Gonçalves em 22/01/2011
Alterado em 26/01/2011 |