

Beira ao precipício
O caminho deste louco Eterno errante e sozinho Pois sou um pau que nasceu torto Procurei no decorrer de minha vida Endireitar o meu caminho Mas pau que nasce torto morre torto Triste incompreendido e sozinho Tentei escrever sobre as estrelas Dos jardins colorido da vida Tentei demonstrar alegrias Nestas palavras tristes Flores e poesias Porem de nada adianta palavras belas Quando só tropeçamos em espinhos Nas trilhas que caminhamos Quem nasceu pra ser, não adianta lutar Pois será eternamente sozinho. Alberto Gonçalves
Enviado por Alberto Gonçalves em 01/03/2012
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