

calabouço do amor
preciso sair, fugir, ir para não sei onde
Não sei porque tudo de errado acontece comigo Os sonhos se despedaçam Os Planos se explodem Tudo que almejo, desaparece As mulheres que amo, me esquecem E quando me vejo, estou só novamente tendo que galgar novas trilhas Subir penosas escadas Lembro que conforme me foi dito, ainda quando criança Que eu não deveria me envolver Nem em meu dedo por aliança Pois minha sina era ser só Preso no calobouço do amor Na solitaria, sem fiança Sinto que meu fim se aproxima Mesmo tentado desviar Pedindo misericoedia a Deus Para meus erros ele desconsiderar Pois pesado demais é meu fardo Já não consigo carregar Enfim o fim se aproxima Agora irei descansar Mas levarei para o outro lado da vida A dor da incompreeção Extraçalhado meu peito sofrido Com tanta desilusão.
Alberto Gonçalves
Enviado por Alberto Gonçalves em 07/03/2013
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