

A flor do deserto e o coração
A flor que no deserto não se abriu Faltou água, amor a natureza não lhe sorrio Não mandou as águas do céu Sem as águas sua raiz não resistiu ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, Murchou aquela planta lutadora Que o vento a sua semente carregou Embora o orvalho lhe cativasse Sem as águas da chuva ela não suportou ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, Assim é o sentimento dentro do peito que Fincou suas raízes em um coração sem defeito Mas ele era tão perfeito, que o amor não gostou Logo pensou e deu um jeito E em outro peito não tão perfeito Fixou suas de raízes de amor ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, O meu amor foi deste jeito, olhou nos teus olhos Achou os perfeitos, mas meu amor não enxergou direito Não viu sequer um defeito e tentou ali se fixar Mas logo viu que ali só podia sonhar E que se quisesse ser feliz tinha que procurar outro lugar Um coração menos complexo, com muito nexo Onde pudesse se enraizar, E seu eterno amor declarar Para quem o quisesse amar.
Alberto Gonçalves
Enviado por Alberto Gonçalves em 16/12/2022
Alterado em 16/12/2022 |