

Digo que vou parar de escrever
Mas não consigo, ultimamente para mim, escrever é viver!
Tenho prometido… à mim mesmo mas, na fragilidade que me veste, não consigo. Digo a mim mesmo que vou descansar, que vou parar de escrever que vou abandonar por um instante a escrita — mas é inútil.
Tento fugir desse caminho, porém como escapar, se as palavras me tecem como uma rede fina e inevitável? A mente tenta sufocar o coração, mas a semente que ele guarda pulsa, insiste, ordena: não pares.
Não te cales. Ergue a voz. Deixa que o grito vire verso, que o mundo escute a poesia que brota de ti.
Porque, no fim, em cada linha que nasce, em cada suspiro que escrevo, Neles sempre estão você. Alberto Gonçalves
Enviado por Alberto Gonçalves em 18/11/2025
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