

Eu escrevi poemas, mas você nunca leu!
Durante doze meses você falou comigo apenas três vezes. Depois desapareceu, Jogando sobre mim a culpa pelos teus erros, Pelas tuas crises de silêncio E pelas escolhas que só você fez. .,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,. Sumiu sem aviso, sem explicação, Sem dizer onde estava, sem deixar notícias. E agora, do nada, você reaparece na minha vida, Sorridente, leve, Como se eu tivesse esquecido Doze meses de ausência, ,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,. Doze meses de silêncio, De caminhos que só Deus sabe por onde passaram. Acreditas mesmo que, por ser jovem, O perdão se torne obrigação? Eu até pensei em perdoar… ,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,. Mas então lembrei De cada dia vazio, De cada noite sem resposta, De cada silêncio que machucou mais que qualquer palavra. ,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,., Só eu te amei. Só eu escrevi poemas que você nunca leu, Chorei em silêncio enquanto ninguém via — Nem você. ,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,., E agora você volta querendo que tudo seja como antes, Quer que eu entenda tua ausência, Teu silêncio de doze meses, Sem saber das ligações que morreram no vazio. Você não sabe da minha procura, Das mensagens sem retorno, ,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,. Das tentativas de saber se você estava bem. Não consegui respostas, E o amor, cansado de esperar, começou a esfriar. A vontade de te ver se apagou, O sentimento foi se transformando em cansaço. Hoje eu só quero viver. ,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,. Não quero mais sonhar sozinho, Nem insistir em amar quem escolheu ir embora. Te amei mais que tudo, Mas hoje te devolvo, com a mesma frieza, O silêncio que um dia você me deu. ,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,. Mas... eu ainda amo você! por quanto eu viver, amarei você...
Dedicado à: Josyhanna Dionisio de Carvalho Alberto Gonçalves
Enviado por Alberto Gonçalves em 01/01/2026
Alterado em 09/01/2026 |